tenho medo de mim...
gosto de olhar nos olhos até doer...
ando a roubar almas sem piedade...
sinto-me encasular e rensascer
e saber e não saber...
carrego correntes pesadas e barulhentas...
não tenho nada de flor,
antes, de erva venenosa
peçonha mortal.
eu não pedôo...
antes, condeno
amargura...
Publicado em 05 de junho de 2008 às 12:02 por gi cretina